Com base no prognóstico do Estudo de Competitividade desenvolvido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, que apontou uma necessidade de atualização tecnológica das empresas brasileiras, na maioria dos 18 setores estudados, o Prominp vem buscando desenvolver iniciativas para a adequação do parque supridor nacional, visando, em última instância, ao aumento da competitividade da nossa indústria.
Segundo o Estudo, a maioria das empresas nacionais não utiliza as universidades nem centros de pesquisa como fontes de conhecimento tecnológico, tornando-se dependentes da Petrobras para o desenvolvimento de novas tecnologias através do estabelecimento de termos de cooperação. Ou seja, o conhecimento não é compartilhado. Em contrapartida, as universidades não possuem tradição em atender demandas empresariais, uma vez que não há uma agenda tecnológica definida.

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