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Desenvolvimento de Fornecedores

Como estratégia para atendimento ao acréscimo de demanda que está sendo vislumbrada para o Brasil, principalmente pelos altos valores previstos a serem investidos na região do pré-sal, o Prominp desenvolve ações em cinco rotas para aumento da oferta competitiva de bens e serviços pelo mercado nacional:  

  • Ampliação da capacidade produtiva dos setores de alta competitividade;
  • Desenvolvimento da competitividade dos setores de Média Competitividade;
  • Incentivo ao desenvolvimento de novos entrantes nacionais;
  • Incentivo a associação de empresas nacionais com empresas estrangeiras; e
  • Incentivo a instalação de empresas estrangeiras no Brasil.
Arranjos produtivos locais são aglomerações de empresas, localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outros atores locais, tais como: governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa.

Além destas rotas de atuação, a competitividade empresarial pode ser alavancada pelo encadeamento produtivo de um aglomerado local de clientes e fornecedores de bens e serviços, os Arranjos Produtivos Locais – APLs.

Nesse sentido, o Prominp desenvolveu o Projeto IND P&G-75 - “Propostas de Política para Mobilização e Desenvolvimento de APLs para o setor de Petróleo, Gás e Naval”, coordenado pela Secretaria do Desenvolvimento da Produção do MDIC.

Os objetivos deste projeto foram: formular política com diretrizes, ações e instrumentos que induzam e mobilizem empresas e instituições públicas e privadas em territórios de importância estratégica para o adensamento e fortalecimento da cadeia de fornecedores do setor de petróleo, gás e naval organizados em arranjos produtivos locais (clusters, distritos, parques etc.); e desenvolver ações de apoio para indução e fortalecimento de APLs estratégicos (específicos e variados) à competitividade da cadeia de petróleo, gás e naval em cinco territórios precursores.

A escolha das áreas e territórios para atuação do Prominp no apoio a APLs foi feita a partir de critérios que consideram: áreas em que existam empreendimentos do setor de petróleo, gás natural, porte do empreendimento e características e tecnologias necessárias aos investimentos ao longo da cadeia. Foram selecionados: Ipatinga e entorno, no estado de Minas Gerais; Ipojuca e entorno, no estado de Pernambuco; Itaboraí e entorno, no estado do Rio de Janeiro; Maragogipe e entorno, no estado da Bahia; e Rio Grande e entorno, no estado do Rio Grande do Sul.

No entorno dos empreendimentos é esperado o surgimento de APLs de setores específicos, diretamente interconectados ao setor de petróleo e gás como metal mecânico, eletroeletrônica, automação, equipamentos, naval-canteiros offshore, naval-grandes estruturas, subsea; e APLs de setores variados, inclusive os de desenvolvimento econômico e social, tradicionais ou de efeito-renda, em territórios com baixo grau de industrialização ou industrialização recente.

Estímulo às Micro e Pequenas Empresas

A cadeia produtiva do setor de petróleo e gás demanda uma numerosa e diversificada gama de bens e serviços passíveis de serem fornecidos por empresas de pequeno e médio porte. Entretanto, essas empresas, em geral, têm dificuldades em atender aos requisitos exigidos pelas grandes empresas do setor. Promover a inserção competitiva e sustentável de pequenas empresas na cadeia de suprimentos implica em uma prática moderna de fortalecimento dessa cadeia, além de exercício de responsabilidade social, já que traz como consequência a geração de emprego, renda e tributos nas localidades onde atuam.

Foram capacitadas através do Convênio cerca de 19 mil micro e pequenas empresas e realizadas 135 rodadas de negócio, gerando uma movimentação de cerca de R$ 6 bilhões em negócios . Destaca-se também o aumento de 5 mil novas micro e pequenas empresas registradas no cadastro corporativo de Fornecedores e nos cadastros regionais da Petrobras

Em função disso, o Prominp promoveu um projeto para a qualificação de micro e pequenas empresas nacionais, sob a coordenação do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), nos diversos estados da federação produtores de petróleo e gás. O IND-P&G 06, conhecido como “convênio Petrobras-Sebrae”, tratou da inserção competitiva e sustentável de micro e pequenas empresas na cadeia de petróleo e gás natural. Foi escopo desse projeto a assinatura de um convênio entre a Petrobras e o Sebrae, em 2004, contemplando: (i) a elaboração de diagnóstico e mapeamento de oportunidades de negócios para as micro e pequenas empresas, (ii) a formação, consolidação e promoção da interação entre Redes Petro, (iii) a sensibilização e mobilização de grandes empresas para apoiar o desenvolvimento de micro e pequenas empresas, (iv) a capacitação e qualificação de micro e pequenas empresas e (v) a promoção de rodadas de negócios entre grandes empresas micro e pequenas empresas fornecedoras.

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